Antes de atacarmos, criticarmos, julgarmos alguém por cometer um pecado, precisamos nos conscientizarmos dos pecados que cometemos. Pecamos, não importa se é um “pecadinho” ou “pecadão”. Pecamos através de pensamentos, sentimentos, desejos, palavras e comportamentos. Todos nós cometemos pecados, seja secretamente ou abertamente. Todos nós temos pecados, sejam ocultos ou expostos. Então, precisamos olharmos para nós mesmos, analisarmos o nosso coração, observarmos a nossa vida, enxergarmos os nossos erros e com a ajuda divina, acertarmos o que está errado em nós e melhorarmos e  assim, a cada dia, nos tornando cada vez melhores. É errando que se aprende a acertar. Então, ao vermos alguém errando, falhando, pecando, antes de “atirarmos a pedra”, olhemos para nós e só assim, saberemos que também erramos e precisamos do amor divino para nos ajudar a sermos seres humanos melhores. Ao percebermos o pecado de alguém, é muito mais fácil levantarmos as nossas mãos para atacarmos, condenarmos, julgarmos do que estedermos os nossos braços para ajudarmos, acolhermos, orarmos, porque a mania de grandeza e superiodade se implantou em nossa humanidade de tal maneira que, muitas vezes, não percebemos. Então, para amarmos o nosso próximo sem acepções, preconceitos, julgamentos, o amor precisa ser aprendido, desafiado e praticado. Aprendido, porque se aprende a amar. Desafiado, porque se desafia a amar. Praticado, porque se pratica o amor. E o amor aperfeiçoará o que é imperfeito em nós quando aceitamos, acolhemos e compreendemos as imperfeições dos outros.

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